Mais de 55 mil urnas eletrônicas são preparadas em Minas Gerais para o segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro de 2026. Em Varginha, o chefe do cartório eleitoral, Raimundo Nonato, explicou os procedimentos adotados para o pleito.
Os equipamentos recebem dados oficiais e passam por verificações de funcionamento, além da conferência de lacres. Segundo Nonato, essas etapas fazem parte dos cuidados de segurança antes da votação.
No Sul de Minas, cartórios eleitorais organizam a preparação e a Polícia Militar apoia a guarda e o transporte das urnas. A movimentação dos equipamentos está prevista para 24 e 25 de outubro.

A explicação aborda também como os votos são encaminhados para processamento pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os cuidados para proteger os equipamentos públicos. A votação do segundo turno ocorre em 25 de outubro.
Preparação, testes e lacres de segurança
Em Varginha, o chefe do cartório eleitoral, Raimundo Nonato, explicou que os lacres são colocados depois da carga oficial de dados e assinados pelas autoridades. Segundo ele, as urnas já haviam sido lacradas no primeiro turno.
As verificações incluem componentes usados durante a votação, como o teclado, para confirmar que os equipamentos funcionam corretamente. Esses testes complementam a conferência dos lacres feita pelos cartórios eleitorais.
Depois da votação, as urnas retornam aos cartórios, onde é retirado o dispositivo que guarda os dados registrados no pleito. O compartimento de onde sai essa mídia de votação precisa ser lacrado novamente.
Transmissão dos votos, transporte e proteção dos equipamentos
No dia da eleição, os mesários retiram a mídia de votação e a encaminham ao cartório eleitoral. De lá, computadores da Justiça Eleitoral transmitem os dados por uma rede privada e segura para processamento pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As urnas não têm conexão com a internet, Wi-Fi ou cabo de rede, segundo Raimundo Nonato. Os dados são inseridos fisicamente por mídias de aplicação produzidas pela Justiça Eleitoral.
O chefe do cartório informou que danos causados aos equipamentos podem levar à responsabilização criminal e civil da pessoa identificada. Também pode haver obrigação de ressarcir o patrimônio público; Nonato estimou que cada urna custa cerca de R$ 5 mil.
Em 24 de outubro, véspera da votação, os equipamentos serão levados ao quartel da Polícia Militar e ficarão sob guarda da corporação até a manhã de 25 de outubro de 2026. Depois, serão transportados sob escolta aos locais de votação, com apoio da PM aos cartórios durante os trabalhos eleitorais.


